domingo, 14 de setembro de 2014

O Conto da Ilha Desconhecida. “Análise”.



Universidade Federal de Goiás
Faculdade de Artes Visuais
PARFOR
Universidade Federal de Goiás.
Disciplina: APVC- Ateliê de Poéticas Visuais Contemporâneas.
Professora: Noeli.                       
Acadêmica: Shirlene Alves da Costa.

O Conto da Ilha Desconhecida. “Análise”.


Um certo dia, um jovem aspirante á marinheiro, foi á procura do rei, ele queria um barco para ir em busca da Ilha Desconhecida, depois de enfrentar uma imensa burocracia para se chegar ao rei,  ele realmente conseguiu o seu tão desejado barco.
A faxineira do Palácio, cansada daquela rotina descabida, decidiu seguir o jovem aventureiro, aventureiro sim, pois não sabia se quer como comandar um barco, e estava ele ali , disposto a seguir viagem rumo ao desconhecido.
Estando em alto mar, sozinhos e sem muito mantimentos, lembraram que o que haviam lhes restado eram cinco garrafas de vinhos e que velas não existiam ali.
Começaram então a degustar o vinho, derrepente um calor intenso tomou conta de seus corpos que estavam ali, inertes diante do que estavam sentindo no momento. A faxineira com as pernas tremulas pediu para que ele segurasse seu copo, para que ela pudesse voltar á adega e buscar mais um pouco de vinho, nesse instante seu corpo desequilibrou-se e ela desconsertada mente encostou  seu frágil corpo , no corpo másculo e febril daquele jovem, Fernando era o nome dele, ela se chamava Maria Luíza e ele a chamava carinhosamente de Malú. Diante desse jogo de desejos e sedução, os corpos foram se encontrando, suas bocas se abrindo para um beijo tórrido e duradouro...
Então , ali mesmo no assoalho do barco, aconteceu o que eles tanto desejaram, uma intensa noite de amor sob a luz do luar, seus olhos não decifravam o que estavam acontecendo, suas bocas se envolveram numa experiência única e seus corpos deliraram de tanto prazer...
Eles não sabiam, mais o desconhecido estava bem li diante de vossos olhos, foi somente uma questão de encontros e encantamentos, e que ás vezes é preciso nos perdermos para que sejamos encontrados ou encontrarmos o que imaginamos ser algo perdido.

By:Shirlene Alves da Costa.

2 comentários:

  1. Não tinha pensado nessa possibilidade quando li o texto, mas gostei muito! Acho que você andou lendo as aventuras de um certo Christian Grey...

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    1. Eduardo, quando fiz a leitura, pensei logo que não estava assim tão de acordo com a nossa faixa etária, eu curto muito algo mais "apimentado" por isso resolvi fazê-lo. Amei a sugestão, ainda não li, mais vc aguçou minha curiosidade. Abraços.

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