terça-feira, 28 de outubro de 2014

A representação da Arte...

A tridimensionalidade aqui inserida e os elementos contidos nessa representação, levou-me a crer  que  a obra de arte em si representa nossos anseios e sentimentos... 
Quando li o Conto, criei inúmeras possibilidades de reproduzi-lo, porém uma falou mais forte em meu "eu", agora represento elemento do cenário, onde os palitos representam a fragilidade , enquanto que as linhas representam as inúmeras possibilidades de desvendarmos este misterio que nos envolve enquanto pessoas e nos enlouquecem en
 quanto "animais"...

Quisera...



Universidade Federal de Goiás.
Faculdade de Artes Visuais.
PARFOR
Universidade Federal de Goiás.
Disciplina: Imagem e Percepção da Aprendizagem.
Professora: Noeli Batista.
Acadêmica: Shirlene Alves da Costa.











Quisera.

Quisera eu poder contemplar  as belezas do horizonte, em um momento em que o Mundo clama por mudanças drásticas...
Poder olhar nos olhos das crianças  e acreditar que o amanhã será melhor e que o amor e a esperança ainda brotam nos corações dos adultos.
Se me proponho navegar em águas tranqüilas, em um barco frágil, mas com um Ser Supremo no controle desta embarcação, eu poderia enfrentar os mares mais revoltos, eu cruzaria as mais densas tempestades, e nenhum mal me aconteceria, porque a certeza de se pisar em terras firmes vem de um Ser que tudo pode, e basta que tenhamos fé e acreditarmos que sempre existirá uma luz no fim do túnel, e essa luz é Jesus.
Essa imagem criada por mim, me serviu de inspiração para realizar a atividade proposta e me fez relembrar de momentos vividos por mim recentemente, onde meu barco quase naufragou e só me restou uma esperança, segurar nas mão de Jesus, que me tirou de um abismo...
Podem todos me virarem as costa, eu só não posso permitir que Deus em sua infinita misericórdia me vire, ou deixe de estender suas mãos para mim, que ele jamais permita que meu barquinho afunde e que minha alma venha perecer. Existe até uma música que me faz refletir bastante, parece que foi feita exclusivamente para mim: “Meu Barquinho”.
Que Deus permita que amanha eu possa agradecer:
Pela chuva que cai..  ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, Pelos amigos.
    Pelas flores que brotam...                                                                                Pelas lágrimas...
            Pelo orvalho que refresca as noites...                                                   Pelos sorrisos....
                   Pelo amor que não morre...                                                             Pelo carinho...
                                    Pela esperança que renova a cada dia...                  Pelo saber....
                                                         Pela fé...                      Pela paz      Pela alegria ...

domingo, 14 de setembro de 2014

Intervenção Pedagógica em Artes.



Universidade Federal de Goiás

Faculdade de Artes Visuais
PARFOR
Universidade Federal de Goiás.
Disciplina: Ateliê de Poéticas Visuais Contemporâneas.
Professora: Noely Batista.          
Acacêmica: Shirlene Alves da Costa.




Projeto de Intervenção Pedagógica.
                                                                                                                          
OBJETIVOS:
-Despertar nos educandos o desejo pela reflexão á cerca das atividades propostas, visando sua construção própria do que vem a ser Arte.
-Buscar dentro do próprio meio social e cultural, recursos para desenvolver as atividades
CONTEÙDO:
Tecendo fios com nossos brinquedos preferidos.
METODOLOGIA:
Apresentar aos alunos, vídeo musical sobre os brinquedos das décadas de 0, 70, 80 e 90.
Estabelecer um paralelo entre os brinquedos de hoje com os de outras épocas.
Montar fios nas trave, organizando o cenário para a exposição dos brinquedos.Fazer relatos sobre suas preferências.
Deixar com que os alunos relatem sobre a atividade realizada.
Brincar com os brinquedos e dispor os mesmos de outras formas.
RECURSOS DIDÁTICOS:
# VÍDEOS: http://www.youtube.com/watch?v=rKBM5o5uAqI
#LINHAS DE BARBANTES “CORES SORTIDAS”
# TRAVE DE GOL
#DIVERSOS BRINQUEDOS
# MÚSICAS
#IMAGINAÇÃO



AVALIAÇÃO:

Os alunos serão avaliados mediante á cooperação e interação com a atividade proposta, também serão observados quanto á oralidade e a capacidade de “dialogar” com os objetos de estudos.

O Conto da Ilha Desconhecida. “Análise”.



Universidade Federal de Goiás
Faculdade de Artes Visuais
PARFOR
Universidade Federal de Goiás.
Disciplina: APVC- Ateliê de Poéticas Visuais Contemporâneas.
Professora: Noeli.                       
Acadêmica: Shirlene Alves da Costa.

O Conto da Ilha Desconhecida. “Análise”.


Um certo dia, um jovem aspirante á marinheiro, foi á procura do rei, ele queria um barco para ir em busca da Ilha Desconhecida, depois de enfrentar uma imensa burocracia para se chegar ao rei,  ele realmente conseguiu o seu tão desejado barco.
A faxineira do Palácio, cansada daquela rotina descabida, decidiu seguir o jovem aventureiro, aventureiro sim, pois não sabia se quer como comandar um barco, e estava ele ali , disposto a seguir viagem rumo ao desconhecido.
Estando em alto mar, sozinhos e sem muito mantimentos, lembraram que o que haviam lhes restado eram cinco garrafas de vinhos e que velas não existiam ali.
Começaram então a degustar o vinho, derrepente um calor intenso tomou conta de seus corpos que estavam ali, inertes diante do que estavam sentindo no momento. A faxineira com as pernas tremulas pediu para que ele segurasse seu copo, para que ela pudesse voltar á adega e buscar mais um pouco de vinho, nesse instante seu corpo desequilibrou-se e ela desconsertada mente encostou  seu frágil corpo , no corpo másculo e febril daquele jovem, Fernando era o nome dele, ela se chamava Maria Luíza e ele a chamava carinhosamente de Malú. Diante desse jogo de desejos e sedução, os corpos foram se encontrando, suas bocas se abrindo para um beijo tórrido e duradouro...
Então , ali mesmo no assoalho do barco, aconteceu o que eles tanto desejaram, uma intensa noite de amor sob a luz do luar, seus olhos não decifravam o que estavam acontecendo, suas bocas se envolveram numa experiência única e seus corpos deliraram de tanto prazer...
Eles não sabiam, mais o desconhecido estava bem li diante de vossos olhos, foi somente uma questão de encontros e encantamentos, e que ás vezes é preciso nos perdermos para que sejamos encontrados ou encontrarmos o que imaginamos ser algo perdido.

By:Shirlene Alves da Costa.